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SUPLEMENTOS MÚLTIPLOS PARA BOVINOS

by Gushiken on 6 de julho de 2011

Fabiano Alvim  Barbosa1, Décio Souza Graça2

1 – Médico Veterinário, M.Sc. – Nutrição Animal
Doutorando – E.V. – UFMG – fabianoalvim@unb.br

2 – Professor Adjunto – EV – UFMG – decio@vet.ufmg.br

*Parte integrante do Livro “Nutrição de Bovinos a Pasto” – Fernando A. N. Carvalho, Fabiano Alvim Barbosa, Lee Russell McDowell, 2003.

Suplementação a pasto

Com a crescente demanda do mercado por carne bovina de qualidade, proveniente de animais criados a pasto, aliado à erradicação e confirmação de área livre de febre aftosa, o Brasil passa a ter um amplo mercado a conquistar. Para obter o animal de qualidade e precoce, novas tecnologias devem ser adotadas para a viabilização desta pecuária moderna e de ciclo curto.

Devido à sazonalidade das gramíneas forrageiras nos trópicos, que é  caracterizada pela diminuição da produção e do valor nutritivo nos períodos secos do ano, ocorre a desnutrição nos animais criados a  pasto e conseqüentemente baixo ganho de peso, nesta época. O desenvolvimento dos bovinos pode também ser comprometido com a ocorrência de veranicos prolongados. Estas fases negativas no desempenho do animal devem ser consideradas em um programa de produção de carne. O ideal seria o crescimento ocorrer uniformemente durante a vida do bovino. Devido ao desequilíbrio entre os ganhos na época das águas e da seca, é necessária a suplementação alimentar em certos períodos, para que se possa abater animais com idades inferiores a 30 meses.

Sob condições tropicais, o consumo de pasto é freqüentemente afetado adversamente por baixas concentrações de Na (Sódio), N (Nitrogênio), P (Fósforo), S (Enxofre), Co (Cobalto), I (Iodo) e outros nutrientes, dependendo da área sob pastejo. A suplementação dos nutrientes deficientes, até o ponto de atender plenamente as exigências, freqüentemente resulta em dramática resposta no consumo de alimentos e produção animal.

O uso de suplementos múltiplos – proteína, energia, minerais, vitaminas e aditivos -, na época da seca, tem produzido resultados satisfatórios, evitando a perda de peso característica para animais não suplementados nesta época crítica do ano. Vários são os trabalhos que comprovam o ganho de peso de bovinos, entre 0,059 a 0,740 kg/cabeça/dia, e consumo diário de suplementos, variando de 0,05 a 0,6% do peso vivo.

Suplementação  e consumo de  pastagem

Quando a forragem é o único alimento disponível para os animais em pastejo, esta deve fornecer energia, proteína, vitaminas e minerais exigidos para mantença e produção. Se os teores dos nutrientes forem adequados, a produção animal será função do consumo de energia digestível (ED), uma vez que é alta a correlação entre consumo de forragem e ganho de peso. Assim, a quantidade de alimento que um bovino consome é o fator mais importante a controlar a produção de animais mantidos em pastagens. De 60 a 90% das variações na qualidade potencial entre forrageiras são atribuídas às diferenças em consumo, e de 10 a 40% são creditados às diferenças em digestibilidades dos nutrientes.

No Brasil Central, ocorre uma queda acentuada na disponibilidade de forragem no período de seca invernal, que se caracteriza por uma produção extremamente baixa, de aproximadamente 10% do total anual, em decorrência da falta de umidade, baixa temperatura, e dias curtos (fotoperíodo), fazendo com que a planta entre em repouso vegetativo (Gráfico 1).

Gráfico 1 – Distribuição de chuvas e taxa de acúmulo de forragem, ao longo do ano.

Além da menor oferta de alimento no pasto, na época da seca, o animal dispõe de uma forragem com menor teor de proteína e menor digestiblidade, com o avanço da estação seca (Tabela 1).Fonte: Demarchi, 2002.

Como conseqüência desse fato, os animais consomem menos matéria seca do que em épocas mais favoráveis, e o que ingerem é de qualidade insatisfatória, resultando invariavelmente em perda de peso e, às vezes, até em morte, devido ao déficit energético, protéico, mineral e vitamínico.

Tabela 1 – Médias dos conteúdos de proteína bruta (PB) e das digestibilidades in vitro da matéria orgânica (DIVMO) de amostras simulando o pastejo animal, durante o período de suplementação.

Brachiaria decumbens* Brachiaria brizantha* Panicum maximum
PB(%) DIVMO(%) PB(%) DIVMO(%) PB(%) DIVMO(%)
MAI 8,8 58,0 9,4 59,6 13,6 68,2
JUL 7,6 57,6 5,8 56,5 9,7 57,3
SET 5,1 53,8 4,4 51,3 8,1 54,4

*Pastagens vedadas: 40% da área em fevereiro e 60% da área em março.

Fonte: Euclides, 2001b.


Foto 1 – Pastagens de capim braquiarão, na época da seca.

A necessidade de suplementar os animais e as quantidades são dependentes das metas a serem conseguidas de acordo com o planejamento proposto na propriedade. A suplementação depende da qualidade da pastagem, sua massa disponível e tamanho da área de pastagem. Além disto, de recurso financeiro disponível, dos animais (sexo, idade, raça, estágio fisiológico), da infra-estrutura adequada de cochos e bebedouros,  mão-de-obra, entre outros fatores.

A suplementação na época da seca

Durante o período da seca, ocorrem reduções das concentrações de energia, proteína, Fósforo, outros minerais e vitaminas. Durante décadas, foi aceita a hipótese de que o principal nutriente limitante, na época da seca, seria o Fósforo. Apesar de que, na década de 40, já existiam evidências da ocorrência de deficiência de proteína no período seco do ano, com as  vacas apresentando baixo desenvolvimento corporal e baixíssimos índices de fertilidade. Somente com os trabalhos conduzidos no Reino Unido e na África do Sul, a partir de 1960, criaram-se condições para que fosse aceita a possibilidade de que o limitante nutricional primário, para animais mantidos exclusivamente a pasto, seria o déficit protéico. De grande importância prática foi a demonstração de que a deficiência protéica poderia ser corrigida, tanto com o fornecimento de nitrogênio não protéico, quanto proteína verdadeira.

O Fósforo não é o principal nutriente limitante, mas sim a proteína, como era pensado nas décadas passadas. Daí, o nitrogênio não protéico (principalmente a uréia) e os suplementos protéicos melhorarem grandemente o consumo de pasto e induzirem os animais à ingestão de gramíneas pouco apetecidas.

Em uma compilação de trabalhos de pesquisas sobre o uso de NNP (nitrogênio não protéico), realizada por Loosli & McDonald, em 1969, mostra que a deficiência protéica em bovinos a pasto é conhecida desde a década de 40. Entretanto,  em pleno século 21, encontramos situações de campo que mostram o atraso tecnológico de certas regiões, que permanecem e contribuem para a diminuição dos índices zootécnicos brasileiros. Esses trabalhos de pesquisas mostravam que a administração de uréia (4%),  melaço (12%) e nitrato de sódio (4%), junto a fenos de baixa qualidade, aumentavam a ingestão e diminuíam a perda de peso.

Pequenas quantidades de energia e N prontamente solúveis podem aumentar a digestão da forragem de baixa qualidade (<7% de PB) e o seu consumo. A produção de N microbiano no rúmen pode ser limitada pelo suprimento de substratos facilmente degradáveis, no caso de forragens tropicais. Assim, pequenas quantidades de grãos, no caso de animais em crescimento, para elevar a quantidade de N microbiano que chega ao intestino delgado, podem melhorar o ganho de peso. A resposta na produção de animais em pastejo ao uso de suplemento é, provavelmente, influenciada pelas características do pasto e do suplemento, bem como pela maneira de seu fornecimento e pelo potencial de produção do animal.

As misturas múltiplas têm o objetivo de estimular o consumo de forragem de baixa qualidade e melhorar a sua digestibilidade, e não o de suplementação direta (efeito substitutivo). É importante considerar que o conteúdo de N fermetável, abaixo do ótimo na dieta, pode decrescer a digestibilidade da fibra e também resultar em baixa relação entre aminoácidos/energia nos nutrientes absorvidos. Ademais, aumentando a disponibilidade de N fermentável, eleva-se a digestibilidade e a relação nos produtos absorvidos, devido ao aumento na eficiência da fermentação no rúmen, e ambos os efeitos elevam o consumo de forragem.

Os Suplementos Múltiplos (Misturas Múltiplas)

Segundo o professor José de Alencar Carneiro Viana (1977), como no período seco há deficiências de proteína, Fósforo e outros minerais, sem excluir a ocorrência direta ou indireta de déficit energético, seria lógico o emprego do “suplemento múltiplo”, em vez de apenas mistura mineral. Mencionou, como uma das maneiras de suplementação, a “Mistura Farelada de NNP”, composta de 10 a 25% de uréia, 25 a 35% de fubá, 25% de fosfato bicálcico, 20 a 30% de sal e 5 a 15% de melaço. O método permitiria controlar a ingestão de mistura, variando a concentração de sal comum.

O consumo varia de acordo com a disponibilidade de matéria seca da pastagem, onde, quanto menor a disponibilidade de massa na pastagem, maior o consumo da mistura, e, quanto maior o ganho preconizado, maior a necessidade de acrescentar farelos na mistura, e consequentemente maior o consumo. Além disto, o uso crescente de sal comum e uréia funcionam como reguladores de consumo das misturas. O consumo pode variar, dependendo da formulação e dos fatores mencionados acima, de 0,05 a 0,5% do peso vivo, pois a partir daí pode-se considerar a suplementação como uma ração concentrada – semiconfinamento -, devido ao alto teor de farelos, e não como uma mistura múltipla.

O consumo das misturas múltiplas também está relacionado com a espécie forrageira, sexo dos animais e grupo genético, como mostra a tabela 2 (abaixo).

Tabela 2 – Médias de mínimos quadrados para consumo médio diário de suplementos (kg/dia), de acordo com os fatores gramínea pastejada, sexo e grupo genético.

FATOR

CLASSE

CONSUMO

Gramínea Pastejada

Andropogon / Jaraguá

1,990a

Brachiaria  sp.

1,571b

Panicum sp.

1,188c

Sexo

Macho

1,748a

Fêmea

1,418b

Grupo Genético

Mestiço

1,736a

Zebuíno

1,430b

Médias na coluna, dentro de fatores, seguidas por letras diferentes, são diferentes (P<0,05).
Fonte:  Paulino et al., 2002.

Os suplementos múltiplos devem complementar os minerais das pastagens e suplementar proteína e energia. Para isso, elas devem conter:

  1. 5% a 15% de uréia.

  2. 15% a 40% de farelo protéico.

  3. 20% a 30% de grãos ou farelo energético.

  4. 10% a 30% de sal branco.

  5. 5% a 10% de suplemento mineral.

Os níveis nutricionais dos suplementos (proteína, energia, minerais) dependem do desempenho desejado e do valor nutritivo da forragem disponível.

Outro procedimento que pode ser usado é a suplementação com ração concentrada (semi-confinamento). Nesse caso, as taxas médias de ganho durante o período de suplementação variam entre 500 e 1.200 g/dia e será função da quantidade de suplemento oferecido (0,6 a 1% do peso vivo), do tipo de animal, da condição corporal, do tempo de permanência no trato, da forragem disponível e sua qualidade, do tamanho dos pastos, da distância das aguadas e da declividade do terreno.

Diversos são os trabalhos de pesquisas mostrando a utilização de suplementos múltiplos na suplementação de bovinos de corte no Brasil, com consumo variando de 630 a 2.620 gramas/cabeça/dia e o ganho médio diário de 132 a 429 gramas/cabeça, durante a época da seca. Os ganhos são dependentes da disponibilidade de matéria seca e qualidade da pastagem, do animal (raça, sexo, peso, idade e sanidade), e o  clima (temperatura, umidade relativa), entre outros.

A quantidade de matéria seca disponível na pastagem é primordial para o  sucesso na suplementação com misturas múltiplas. Tem sido sugerida a disponibilidade de pelo menos 2.500 kg de matéria seca total/hectare, no início da estação seca, para obter ganhos de peso satisfatórios.

Foto 2 – Vacada com baixo escore corporal, em pastagens de baixa disponibilidade. Rocha 2001.

A foto 2 mostra uma situação com baixa disponibilidade de forragem, principalmente folhas, onde pode ser notado o baixo escore corporal das vacas, indicando uma situação de déficit nutricional. Neste caso, o uso das misturas múltiplas não promoverá um resultado tão satisfatório, quando comparado a uma situação de maior disponibilidade de forragem.

Relação benefício x custo da suplementação

A suplementação com misturas múltiplas implica em maior capital investido, no início do trabalho. Para que esta técnica seja difundida, é necessário que seja economicamente viável, isto é, apresente uma relação benefíco x custo positiva. O ganho em peso do animal tem que pagar o investimento com a suplementação. Além disto, deve ser levado em consideração que o animal suplementado sairá mais rápido da propriedade, reduzindo o custo de permanência e “abrindo” espaço para a entrada de nova categoria, com aumento de giro de capital.

As pesquisas mostram que os resultados econômicos são favoráveis ao uso da suplementação, tanto na época da seca quanto na época das águas. Entretanto, este cenário pode mudar, de acordo com a disponibilidade e qualidade de forragem, categoria animal e mercado, isto é, preço de insumos, compra e venda de animais, além  do preço da arroba no abate.

Os ganhos em peso adicionais convertidos em R$ (reais) da suplementação, em relação ao tratamento sem a suplementação, variam de R$ 3,44 a 44,39/animal/ período, durante a época da seca. As variações ocorrem devido às diferenças de raças de animais, tempo de suplementação, pastagens, quantidade e valor nutricional do suplemento, valor da arroba.

Tabela 3 – Médias de ganho de peso diário, consumo de suplemento (CS) e avaliação econômica, de acordo com a quantidade de uréia no suplemento, durante o período da seca, em pastagens de Brachiaria brizantha.

10% Uréia

12% Uréia

14% Uréia

16% Uréia

Ganho médio diário (kg/cabeça)

0,154a

0.173a

0,225a

0,218a

CS (kg/cabeça/dia)

0,235

0,211

0,282

0,218

Margem bruta (R$ / cabeça)

14,65

18,97

24,35

26,25

Relação Benefício / Custo

2,5

3,26

3,23

4,19

a – letras iguais dentro da mesma linha não diferem pelo teste de Duncan (p<0,05).
Fonte: Adaptado de Lopes et al., 2002b.

A tabela acima mostra que o ganho de peso médio é de 193 g/cabeça/dia e um consumo médio da mistura múltipla de 237 g/cabeça/dia para bovinos de 226 kg p.v., e à medida que aumenta o teor de uréia na mistura múltipla de 10 para 16% consegue-se manter um bom ganho de peso, mas com uma margem bruta e a relação benefício / custo mais favorável.

Considerações finais

Os suplementos múltiplos são uma das ferramentas para conseguir otimizar e maximizar esta produtividade em escala na propriedade rural. Propiciando ganhos na época crítica do ano desde a recria ao abate, fazendo com que estes animais possam ser abatidos com idades inferiores a 30 meses .  Uma condição necessária para produzir estes animais  a pasto e a custo mais baixo é a otimização do sistema de produção, por meio de técnicas como:

  1. um correto manejo da pastagem;

  2. uma suplementação balanceada com proteína, energia e minerais para suprir as deficiências encontradas nas nossas pastagens tropicais;

Os resultados alcançados refletirão em um abate mais cedo dos animais com aumento de produtividade (kg de carne/hectare/ano) e taxa de desfrute, bem como um aumento do capital de giro e diminuição do tempo de permanência do animal nas pastagens.  Para uma tomada de decisão da suplementação do rebanho deverá ser feita uma análise econômica, levando em consideração o custo da suplementação, o ganho em arrobas, o custo de permanência diária do animal na propriedade e o retorno do capital investido.

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