RAÇAS BOVINAS

HISTÓRIA

O gado doméstico descende do auroque na Europa e do gauro na Ásia.  Começou a ser domesticado entre 5 000 e 6 000 anos atrás,  servindo como animal de carga ou fornecendo carne, leite e couro.  Era pouco comum criar gado para alimentação.  O animal era comido apenas se morresse ou não fosse mais útil para carga ou para fornecer leite.  Assim como a cabra,  também servia como animal de carga,  mas precisava de mais pastagens.  Hoje em dia, no entanto, os bovinos são largamente utilizados para a produção de carne.  A cadeia produtiva da carne engloba vários ramos de negócios,  que vão desde a fabricação de ração e o ensino de profissionais qualificados (médicos veterinários,  zootecnistas e agrônomos) até empresas de consultoria em sistemas de comércio exterior.

Subespécie B. taurus taurus:

Subespécie B. taurus indicus:

 Raças “sintéticas”  brasileiras:

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

CANCHIM – cruzamento de Charolais (5/8) e Zebu (3/8)

800px-Touro_Canchim_REFON_ Canchim,  Raça Sintética produzida na Embrapa Pecuária Sudeste de São Carlos pelo cruzamento de Charolês e Zebu principalmente Indubrasil,  além de Nelore e Guzerá,  com 5/8 Charolês e 3/8 de sangue Zebu.

ABCC –  Associação Brasileira dos Criadores de Canchim

canchimAv. Francisco Matarazzo, 455 – SP – CEP: 05001-900

Tel/Fax: (11) 3873 3099/3873 1891

   jecileide@canchim.com.br

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

GIROLANDO – cruzamento de Holandês (5/8) e Gir (3/8) com dupla aptidão

Meio-sangue O girolando é uma raça de bovinos resultante de cruzamento em proporções variadas entre bovinos europeus (Bos primigenius taurus) da raça holandesa e bovinos de da raça zebuína (Bos primigenius indicus) Gir tendo o holandês como uma raça notável para produção de leite e o Gir com muita rusticidade e longevidade, ambas com notável aptidão para a produção de leite. É uma raça rústica, adaptada ao clima tropical, adequada para a produção de leite.

FATOS E DADOS HISTÓRICOS:

A origem do primeiro Girolando não dista muito do tempo. As primeiras notícias do surgimento desses animais data-se da década de 40. Pelos anseios dos criadores brasileiros, começou a ser praticado o cruzamento do Gir com o Holandês intensamente, procurando que as duas raças se complementassem com rusticidade e produtividade. A multiplicação desses animais, mesmo desordenadamente, foi acelerada (pela alta produtividade e eficiência reprodutiva). Atualmente encontramos o Girolando em todos os Estados da Federação. Certificando-se disso, em 1989 o Ministério da Agricultura, juntamente com as Associações representativas traçaram as normas para formação do Girolando – Gado Leiteiro Tropical, transformando-o em prioridade nacional. E a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, por sua estrutura física e administrativa, e pelo trabalho sério e eficaz durante os dez anos de Pro cruza, foi dignificada para comandar e executar as normas para formação da raça Bovina Girolando com o objetivo de formar o Puro Sintético (PS) da Raça Girolando. A Associação conta com o apoio de vários núcleos, técnicos credenciados e escritórios técnicos regionais em todo território nacional para atender todos os seus associados.

VIGOR HÍBRIDO: UM DOS MAIORES ATRIBUTOS DO GIROLANDO

A utilização de Heterose é a mais útil e extensiva aplicação da moderna genética. Processo de resposta rápida, sendo ainda o método que pode utilizar mais intensamente as qualidades existentes nas raças puras. Geralmente, o nível de resposta do vigor híbrido é maior para os caracteres de baixa herdabilidade, e que por sua vez possuem maior valor econômico. Dádiva da natureza, pois tal é a superioridade do Girolando, que além de ter conjugado a rusticidade do Gir e a produção do Holandês, adicionou características desejáveis das duas raças em um único tipo animal, fenotipicamente soberano, com qualidades imprescindíveis para produção leiteira nos trópicos.

MELHORAMENTO GENÉTICO:

Com a intensificação do Serviço de Controle Leiteiro e início do teste de progênie de touros em 1997, além da implantação do Programa de Melhoramento Genético da Raça Girolando (PMGG) em 2007, que unificou todos os programas de genealogia e seleção de animais, a raça construiu novos caminhos, passando a ter como principal atributo sua grande capacidade em promover o melhoramento a partir da utilização de seus reprodutores e matrizes de genética superior para características de alto valor econômico. A parceria firmada com a Embrapa Gado de Leite, responsável pelas avaliações genéticas, foi de fundamental importância para a evolução do PMGG.

A FORMAÇÃO DA RAÇA:

Modernamente não se cogita de fazer comparações entre raças com espírito competitivo, mas trabalhar de maneira a buscar as qualidades que cada uma possa oferecer, em diferentes ambientes, para que se complementem com mais eficácia econômica. A raça, fundamentalmente produto do cruzamento do Holandês com o Gir, passando por variados graus de sangue, direciona-se visando a fixação do padrão racial, no grau de 5/8 Hol + 3/8 Gir, objetivando um gado produtivo e padronizado.

PERSPECTIVA:

O crescimento populacional juntamente com o processo de industrialização que vem ocorrendo no Brasil, está provocando uma necessidade de aumentar rapidamente a produção leiteira para o abastecimento dos centros consumidores. A formação da raça Girolando efetivamente, responsabilidade governamental e necessidade premente da sociedade produtiva, vem de encontro a solucionar mais este grave problema nacional. Os projetos governamentais para aumentar a produção leiteira imediata nas regiões centro-oeste, norte e nordeste, as quais têm maior carência desse alimento, estão fundamentados na criação de Girolando, que exige menos investimentos e baixos custos para operacionalizar a atividade. Numa etapa inicial, já em pleno andamento, prevê a aquisição de 100.000 novilhas financiadas. Também é grande o interesse internacional pelo trabalho que a Associação vem executando com o Girolando. Os países de clima tropical têm frequentemente nos solicitado informações técnicas sobre o programa e várias exportações de matrizes estão previstas. Muitas já foram efetuadas, principalmente para o Peru, Bolívia e Tailândia. A experiência da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, executando o Registro Genealógico, Controle Leiteiro e Teste de Progênie, é uma garantia para o criador e para a continuidade do trabalho de melhoramento, que deve ser metódico, progressivo e fidedigno.

A ASSOCIAÇÃO:

Fundada em 20 de dezembro de 1978, por um grupo de pecuaristas da região de Uberaba, diante da necessidade de uma entidade que atendesse e defendesse a classe produtora. Com o nome de Associação dos Criadores de Gado de Leite do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba – ASSOLEITE, tinha como principal objetivo, a seleção de gado de leite e carne em todos os graus de sangue conforme preconizava o PROCRUZA – Programa de Cruzamento Dirigido e congregar criadores das diversas raças bovinas em toda a sua área de atuação. Em 1988, o Ministério da Agricultura encerra o PROCRUZA. Durante os 10 anos desse programa, o cruzamento do Gir com o Holandês se destacou e foi o mais praticado pelos criadores brasileiros, resultando em animais altamente adaptados e com boa capacidade de produção. Certificando-se disso, o Ministério da Agricultura juntamente com as Associações representativas traçaram as normas para formação do Girolando – Gado Leiteiro Tropical com 5/8 de sangue holandês e 3/8 de sangue Gir. Em 1989, a então Assoleite, ganha abrangência nacional e consegue junto ao Ministério da Agricultura delegação para conduzir o Programa para formação da raça bovina Girolando em todo o Brasil. Conforme a Portaria 079 de 01 de fevereiro de 1996, a raça GIROLANDO foi oficializada pelo Ministério da Agricultura, passando a entidade a adotar o nome de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE GIROLANDO, com a sigla ‘GIROLANDO”, e registro nº 59, da série Entidade de Âmbito Nacional, no cadastro das Associações encarregadas do Registro Genealógico, tendo por finalidade precípua incrementar de maneira racional, a criação da raça Girolando, congregando e defendendo o interesse de seus associados. A sede nacional da Associação é em Uberaba, cidade geograficamente bem localizada e eqüidistante das principais capitais brasileiras, e que tem por tradição o pioneirismo de seus criadores na busca de soluções arrojadas para o setor. É a entidade credenciada nacionalmente pelo Ministério da Agricultura para comandar o Programa para formação da raça Girolando. O trabalho desenvolvido pela Associação proporciona um atendimento mais eficaz quanto ao Serviço de Registro Genealógico e ao Programa de Melhoramento Genético. O propósito, sem dúvida nenhuma, é de levar a todo produtor de leite, a oportunidade de participar do Programa Girolando, oferecendo ferramentas auxiliares para a busca da sustentabilidade da atividade leiteira, proporcionando o aumento da rentabilidade do seu negócio.

ABCG –  ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE GIROLANDO

girolando

Rua Orlando Vieira do Nascimento, 74

Vila São Cristóvão – Uberaba-MG

Fone: (34) 3331-6000 – CEP 38040-280

 girolando@girolando.com.br

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

NELORE no Brasil, chamada Ongole na Índia – para corte

Nelore é uma raça de gado bovino (Zebu) originária da Índia. Os primeiros exemplares da raça chegaram ao Brasil no final do século XVIII, e rapidamente se tornaram a raça de gado predominante no rebanho brasileiro (85% do rebanho total).

O Nelore é a raça base para o cruzamento de gado de corte no Brasil.

Os criadores da raça no Brasil se organizaram em duas entidades: a ABCZ (Associação Brasileira de Criadores de Zebu) e a ACNB (Associação de Criadores de Nelore do Brasil).

Com 50 anos de existência, a ACNB – Associação dos Criadores de Nelore do Brasil organiza os criadores e produtores da raça e mantém um programa próprio de marca de carne: o Nelore Natural.

Funcionalidade

Além de ser a raça para produção de carne In-Natura mais utilizada e abundante no Brasil, a raça nelore vem, principalmente nos últimos 30 anos, sendo utilizada para o aprimoramento genético. Os animais passam por uma avaliação e então são registrados por técnicos especializados recebendo uma marca da ABCZ no rosto, numerados e então recebendo o pronome de P.O (Puro de Origem). Atualmente, no Brasil, a criação para este aprimoramento vem crescendo gradualmente e se tornando uma das alavancas comerciais na agropecuária brasileira, recebendo destaque e notoriedade nacional.

ABCZ – Associação Brasileira de Criadores de Zebu

 Pç. Vicentino R. da Cunha, 110 –  Pq. Fernando Costa

Uberaba/MG –  Brasil

Fone +55 (34) 3319-3900 –  CEP 38.022-330

  abczsug@abcz.org.br

ACNB –  Associação dos Criadores de Nelore do Brasil

RUA RIACHUELO, 231 – 1º ANDAR

SÃO PAULO/SP – BRASIL

FONE: +55 (11) 3293-8900 –  CEP 01007-906

  nelore@nelore.org.br

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

SIMBRASIL – cruzamento de Simental e Zebu para corte

simbrasil

A raça bovina Simbrasil é um cruzamento industrial que possui 5/8 de sangue Simental (Bos taurus) e 3/8 de sangue de raças zebuínas (Bos indicus) nacionais como NeloreGuzeráIndubrasilGirTabapuã e Sindi.

A raça começou a ser desenvolvida no Brasil a partir de 1950 na propriedade de Agostinho Caiado Fraga em MuquiES e foi reconhecida pelo Ministério da Agricultura no ano de 1989.

No mundo existe uma raça equivalente ao Simbrasil, essa raça se chama Simbrah,  foi criada nos Estados Unidos e usa a raça Brahman como genitor zebuíno,  o grau de sangue é o mesmo do Simbrasil porém a adaptação é diminuída devido a falta de rusticidade e prolificidade do Brahman em relação aos outros zebuínos.

No cruzamento,   o zebuíno traz consigo características importantes como pelo curto,  cascos fortes,  pele bem segmentada e solta,  o que imprime maior rusticidade,  adaptação e longevidade.  Já o Simental traz precocidade,  produção de leite e qualidade de carcaça.

Características

Segundo a ABCRSS (Associação Brasileira de Criadores das Raças Simental e Simbrasil) as características funcionais,  ou seja,  o padrão genético da raça é a coloração avermelhada,  com manchas brancas ou amareladas,  mas admitem-se partes mais escuras devido ao cruzamento com as diversas raças zebuínas nacionais.

As fêmeas pesam em media 600 kg e os machos em media 1.000 kg.  Os novilhos atingem em media 470 kg no abate aos 18-24 meses.  As fêmeas apresentam alta produtividade leiteira por serem provenientes do cruzamento de Simental com Guzerá que apresentam grande capacidade materna.

Possui alta conversão alimentar tanto no sistema de criação a pasto quanto em regime confinado com silagem ou feno,  e vem se destacando cada vez mais no cenário da pecuária,  pois o Brasil, por ser um pais tropical,  precisa de raças com alta adaptação e rendimento visando maior lucratividade e crescimento econômico.

ABCRSS –  Associação Brasileira de Criadores das Raças Simental e Simbrasil

simenal

Segunda a Quinta: 08:00hs às 18:00hs e Sexta: 08:00hs às 17:00hs

Telefone: (28) 3521-5666

Fax: (28) 3521-5666

Skype: ABCRSS

MSN: simentalbrasil@hotmail.com

 simental@simentalsimbrasil.org.br

Rua Mário Romanelli, 23 – Gilberto Machado

Cachoeiro de Itapemirim – ES / CEP: 29303-260

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Foto do site: http://agrov.com/animais/bovinos/simbrasil.htm

GUZERÁ – Guzerat ou Kankrej, principal raça da Índia

Guzerá, ou Kankrej,  Bos Indicus (Zebu),  é uma raça bovina,  originária do estado de Gujarat,  no centro da Costa Oriental da Índia,  animal de grande porte,  ótimos para produção de carne e leite,  ao ser introduzida no Brasil teve boa seleção.  Porte imponente,  cabeça alta e chifres grandes,  em forma de lira.  Pelagem variando do cinza claro ao escuro,  é admissível fêmea branca.

Conselho Deliberativo Técnico das Raças Zebuínas aprovou em 1998 a descorna de animais da raça.

Pele preta,  bem pigmentada,  com membros bem desenvolvidos e musculados,  permitem ao guzerá resistir a longas caminhadas sob o sol tropical,  à procura de água e alimento.  Adapta-se no Nordeste brasileiro,  desde áreas férteis litorâneas,  no agreste,  até o sertão semi-árido.  Permite-se atravessar longos períodos de seca,  comuns no sertão nordestino brasileiro.

Tem baixo peso ao nascer (30 kg os machos e 28 kg as fêmeas)  como a maioria dos zebuínos,  o que facilita o parto,  seja na primeira cria da novilha,  ou nos partos subsequentes.  Produção de leite das vacas garantem o bom desenvolvimento dos bezerros na fase de aleitamento.

O ganho em peso dos animais da raça é muito bom,  ultrapassando com facilidade médias superiores a 1.000 gramas/dia no confinamento.  É comum vaca guzerá ultrapassar os 5.000 kg de leite por lactação.

Extremamente fértil,  reproduzindo-se mesmo em condições adversas,  contribuiu muito para o azebuamento do rebanho nacional.

Características

  • A altura do tronco (corpo) é igual à altura dos membros,  no animal ideal.  Animal pernudo ou pernalta não significa rendimento;  é um “mito” nos trópicos.

  • Altura total do animal,  na cernelha (garrote) é igual a duas vezes a altura do corpo,  ou dos membros.  Ou a soma da altura do corpo e a altura dos membros.

  • Ancas bem afastadas,  no mesmo nível de um lado e outro,  moderadamente salientes.  Condenam-se aquelas pouco afastadas e muito salientes.

  • Andamento o passo do Guzerá é longo.  O animal com aptidão para corte pisa pouco atrás da marca deixada pela mão.  Os animais leiteiros pisam com o pé acima ou até um pouco adiante da marca deixada pela mão.  O Guzerá coloca o pé quase sobre a marca deixada pela mão.  A cadência é ditada pela estrutura óssea e,  é um fator de economia de pastagens.  Alterar a cadência típica do Guzerá é quebrar sua versatilidade.

  • Ângulo de Ouro –  O passo normal forma um ângulo de 56 graus.  O ângulo de ouro seria 56,25 graus.  Os animais com aptidão para corte apresentam o ângulo menor.

ACGB – Associação dos Criadores de Guzerá do Brasil

Praça Vicentino Rodrigues da Cunha, 110 – Bloco 1

Fone: (34) 3336-1995

  sede@guzera.org.br

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

GIR – do sul da Índia

Gir é uma raça de gado bovino originária do norte da Índia,  mais especificamente das florestas de Gir,  na península de Katiawhar.  É a única raça ultraconvexa de bovinos do mundo,  bem como a única com pelagem chitada.  No Brasil é utilizada para dar rusticidade à raça holandesa,  através de cruzamentos,  gerando o mestiço leiteiro chamado de “gado Girolando“.

ABCGIL – Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro

Av.  Edilson Lamartine Mendes,  215

Parque das Américas – CEP: 38.045-000

Uberaba/MG

Fone: (34)3331-8400

  girleiteiro@girleiteiro.com.br

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

BRAHMAN ou zebu americano, sagrado na Índia

Brahman,  Bos Indicus (Zebu),  é uma raça bovina resultado do cruzamento de quatro outras raças:  Gir,  Nelore,  Guzerá e Krishna Valley.  Tem sua origem os Estados Unidos.  Recentemente introduzido no Brasil,  importado em 1994.  Um ano antes a diretoria daAssociação Brasileira dos Criadores de Zebu –  ABCZ e da Associação Americana de Criadores de Brahaman –  ABBA,  alteraram a legislação o que facilitou o ingresso na raça no Brasil.  Desde então pelos dados dos Registros Genealógicos de Nascimento notou-se um crescente aumento da criação da raça.

Criadores importantes da pecuária de corte no Brasil,  procurando melhorar a raça introduziram uma genética oriunda de países como Estados Unidos,  Argentina,  Colômbia e Paraguai.

Características da raça

  • Tolerância a altas temperaturas e umidade.  O pelo curto,  grosso e sedoso,  reflete os raios solares.

  • A cor clara não é atrativa aos insetos.

  • As fêmeas tem grande facilidade no parto pois o bezerro,  além de ter pouco peso ao nascer,  possui a cabeça pequena e os ombros estreitos.

  • As fêmeas têm capacidade reprodutiva regular.

  • Possuem alta resistência a doenças.

  • Como é um Bos indicus (Zebu),  não tem parentesco com Bos taurus,  o que lhe dá vigor híbrido, isto é, maior velocidade de crescimento (com eficiente conversão alimentar),  o que ocasiona produção de carne magra (sem gordura entremeada).

ACBB –  Associação dos Criadores de Brahman do Brasil

Praça Vicentino Rodrigues da Cunha, 110 – São Benedito
CEP: 38.022-330 – Uberaba – MG
(34) 3336-7326

  brahman@brahman.com.br

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

LIMOUSIN – da França

É originária da região de Limousin, na França, de onde se difundiu para outros países, como a Argentina, o Brasil, o Canadá, os Estados Unidos, o Uruguai, e outros.

No Brasil está presente deste meados do século XIX, tendo sido importado para melhorar a raça Caracu. Atualmente é utilizada em cruzamentos com raças zebuínas como a Nelore.

 ABL –  Associação Brasileira de Limousin

 

 Av. Tiradentes, 6275 Pq. Gov. Ney Braga

Londrina – Paraná | Cep: 86072-000

Fone:(43)3338 6465 Fax:(43)3338 5371 

  limousin@sercomtel.com.br

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fonte da foto: http://www.infoescola.com/pecuaria/gado-limousin/


JERSEY – para leite


Jersey é originária da Ilha de Jersey,  no Canal da Mancha.

É uma raça de pequeno porte,  usada principalmente como gado leiteiro, dada a qualidade de seu leite em termos de gordura e sólidos não gordurosos.  Adapta-se bem a regiões de alta e de baixa temperatura,  o que viabilizou sua expansão como gado leiteiro em várias partes do mundo,  sendo a segunda raça mais utilizada para este fim.

Por ser uma raça de menor porte,  não é comum o seu uso para corte,  pois o peso de carne a ser aproveitado de cada indivíduo abatido é consideravelmente menor do que os zebuínos,  por exemplo.

Apesar de sua origem européia,  a raça foi introduzida no Brasil principalmente através da importação de animais canadenses e dos EUA.

ACGJB – Associação de Criadores de Gado Jersey do Brasil

Av Francisco Matarazzo, 455 – CEP 05001-900

São Paulo-SP

Tel: (11) 3672-0588 Fax: 3672-8101

  jerseybr@gadojersey.com.br

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

  • METAS

  • CATEGORIAS

  • Seo Packages